Liberato nasceu em Loro Piceno, província de Macerata, na Itália. Renunciou
às terras e ao título de senhor de Loro Piceno e foi viver no Convento de
Rocabruna, em Urbino. Ordenado sacerdote e desejando consagrar sua vida à
penitência e às orações , retirou-se ao ao Convento de Sofiano.
Fonte: Portal
Paulinas

16.6.1911
4.9.1995
O carioca Pelópidas Guimarães Brandão
Gracindo (porém, ele se considerava alagoano, já que foi viver em Maceió ainda
bebê...) sonhava em ser ator. Contudo, o pai era contra. “No dia em que você
subir a um palco, saio da plateia e te arranco de lá pela gola”, dizia.
Mas como o destino é destino, o jovem rapaz perdeu o pai cedo. Aos 20
anos, tomou coragem, voltou ao Rio de Janeiro, passou fome, dormiu na rua e até
investiu em um namoro com a filha de um português – tudo para poder entrar no
Teatro Ginástico Português, o maior grupo da época.
Assim que pisou no
palco, mudou seu nome para Paulo Gracindo – e sua vida mudou também. Participou
das maiores companhias teatrais dos anos 30 e 40. Depois, partiu para o rádio:
na Rádio Nacional, apresentava o Programa Paulo Gracindo e ainda participava de
radionovelas – fez sucesso como Alberto Limonta, em “Direito de
Nascer”.
A chegada da TV só aumentou seu sucesso: fez personagens
inesquecíveis, como o Coronel Ramiro Bastos em “Gabriela” (1975), o padre
Hipólito de “Roque Santeiro” (1985), o prefeito Odorico Paraguaçu, de “O Bem
Amado”, de Dias Gomes (1973; 1980). Em 1990, em “Rainha da Sucata”, viveu
Betinho, que imortalizou o bordão “coisas de Laurinha!”.
Paulo Gracindo
morreu aos 84 anos, em decorrência de um câncer de próstata.
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