Boeing vai aumentar a produção do 737 MAX, avião que causou a morte de 346 pessoas em dois acidentes – Notícias

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A Boeing aumentará “muito em breve” as taxas de produção do 737 MAX acima do nível atual, de 31 jatos por mês, disse o diretor de negócios de aviões comerciais da companhia, na quinta-feira (30).


Trata-se do mesmo modelo da Boeing que provocou dois acidentes aéreos — em outubro 2018, na Indonésia, e em 2019, na Etiópia —, nos quais morreram 346 pessoas ao todo. As duas quedas do modelo aconteceram por um problema em seu software e fizeram a empresa entrar numa crise sem precedentes. A companhia americana chegou a interromper a produção da aeronave, na tentativa de corrigir o defeito, e o 737 MAX teve sua utilização proibida durante um período. Depois de passar por melhorias e correções, o avião voltou a ser produzido.


Expansão


A empresa também está progredindo com o novo modelo 737 MAX 7 e está concluindo as inscrições finais para a certificação da aeronave pela agência americana de aviação FAA, disse Stan Deal a jornalistas.


“Temos um punhado de coisas — menos de um punhado — para irmos para a FAA”, disse ele. “Estamos trabalhando em algumas questões sobre essas apresentações. Quero que sejam perfeitas, quero que a FAA se sinta confortável e, em seguida, que eles tenham tempo para revisar.”


Na semana passada, o diretor financeiro da Boeing, Brian West, reiterou a expectativa de que o MAX 7 tenha a certificação concluída ainda em 2023, o que abrirá caminho para a primeira entrega da aeronave também neste ano.


A Boeing continua a ter dores de cabeça com sua cadeia de suprimentos, enquanto pressiona para o aumento da produção do jato de fuselagem estreita MAX, bem como do 787 Dreamliner, de fuselagem larga.



Na quinta-feira (30), Deal disse que a situação está “melhorando”, mas que as empresas aeroespaciais ainda estão trabalhando para treinar novos funcionários, contratados para lidar com as encomendas de aeronaves no pós-pandemia.


A Boeing planeja aumentar a produção mensal do MAX para 50 aviões por mês até o fim de 2026, enquanto aumenta a produção do 787 para dez aeronaves por mês durante o mesmo período.


No curto prazo, a empresa também pretende estender a produção do 787 Dreamliner de sua taxa atual de menos de três jatos para cinco unidades por mês até o fim de 2023.


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