Familiares e amigos fazem homenagens às vítimas de massacre de Praga – Notícias

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Com um minuto de silêncio, bandeiras a meio-mastro e missas por todo o país, a República Tcheca prestou homenagem neste sábado (23) aos 14 mortos no massacre desta semana em uma universidade de Praga, o pior ataque do gênero que o país sofreu.


Um estudante de 24 anos, fortemente armado, matou 14 pessoas na quinta-feira (21) e depois suicidou-se, na Faculdade de Letras da Universidade Charles, localizada no centro histórico da capital tcheca. Outras 25 pessoas ficaram feridas.


A população fez um minuto de silêncio ao meio-dia e os sinos tocaram nas igrejas do país.



“Todos tentamos construir o paraíso na terra, mas a realidade da vida mostra-nos que o mal existe”, disse o arcebispo de Praga, Jan Graubner, durante a missa pelas vítimas na Catedral de São Vito, na capital tcheca.


O presidente Petr Pavel participou da cerimônia.


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“É difícil encontrar palavras para expressar, por um lado, a condenação e, por outro, a dor e a tristeza que toda a nossa população sente, nestes dias que antecedem o Natal”, declarou o primeiro-ministro Petr Fiala.


Milhares de velas foram acesas num memorial em frente à Faculdade de Letras e na sede da universidade.



A identidade das vítimas, estudantes e professores, passou a ser divulgada por seus familiares e pela universidade.


Entre os falecidos está o especialista em literatura finlandês Jan Dlask. Entre os feridos estão três estrangeiros, um holandês e dois cidadãos dos Emirados Árabes Unidos.


“Isso poderia ter acontecido com qualquer um. Na verdade, poderia ter sido eu”, disse Antonin Volavka, um estudante, enquanto acendia uma vela em memória das vítimas.


O ministro do Interior, Vit Rakusan, disse que não há indicações de que este crime tenha qualquer relação com “terrorismo internacional”.


‘Enorme arsenal’


Desde quinta-feira, a polícia deteve quatro pessoas que ameaçaram ataques semelhantes ou que comemoraram o massacre.


O chefe de polícia Martin Vondrasek disse que o agressor tinha um “enorme arsenal de armas e munições”.


A polícia iniciou uma busca pelo estudante antes do tiroteio, já que o corpo de seu pai foi encontrado na cidade de Hostoun, a oeste de Praga.


O estudante também disse a um amigo que estava pensando em suicídio em Praga.


A polícia então revistou o prédio da faculdade onde o agressor deveria ter aulas. Mas finalmente ele foi para outra área da universidade.


Segundo mensagens que publicou nas redes sociais, ele teria se inspirado em um ataque semelhante na Rússia, explicou Vondrasek.


Após uma busca na sua casa, a polícia estabeleceu uma ligação com as mortes ainda não resolvidas de um homem e da sua filha de 2 meses numa floresta perto de Praga, no dia 15 de dezembro.


“Uma análise balística mostrou que a arma usada na floresta era idêntica à encontrada na casa do atirador e na universidade”, disse a polícia no X.


Depois da tragédia, houve uma avalanche de mensagens de condolências, do Papa Francisco aos presidentes dos Estados Unidos, França, Espanha e Ucrânia. O rei Carlos III da Inglaterra também expressou suas condolências pelo ato.


Luto: familiares e amigos de vítimas de massacre em Praga prestam homenagens neste sábado (23)


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