Oposição reage à dança erótica no Ministério da Saúde


Parlamentares de oposição e ex-integrantes do governo Jair Bolsonaro repudiaram, nesta sexta-feira, 6, a dança erótica realizada no Ministério da Saúde. O ato ocorreu ontem, durante o I Encontro de Mobilização para a Promoção da Saúde no Brasil.

A pasta lamentou o episódio e o classificou como “caso isolado”.

“O governo Bolsonaro criou a Secretaria de Atenção Primária à Saúde (Ssps) para aprimorar o atendimento dos brasileiros”, lembrou Marcelo Queiroga, ex-ministro da Saúde. “Entre outras ações, instituímos o Previne Brasil, uma transformação no modelo de assistência à saúde na atenção básica. Vejam em que se transformou os eventos da Saps sob a gestão dessa gente. Isso é só o começo.”

A deputada federal Bia Kicis (PL-DF) disse que “estão com pressa em destruir o Brasil”.

O senador Ciro Nogueira (PP-PI) classificou o episódio de “chocante” e lamentou como “a ideologia contaminou o governo”.

Também o ex-deputado federal Deltan Dallagnol (Novo-PR) se pronunciou. Para ele, é “inacreditável o nível de degradação moral do governo Lula”.

Ministério da Saúde se manifesta

Interpelada por Oeste, a pasta se manifestou, nesta sexta-feira, 6, sobre a dança erótica nas dependências da pasta. O ato ocorreu durante o I Encontro de Mobilização para a Promoção da Saúde. O MS, contudo, não informou quanto o evento custou.

“A programação teve a participação de sete grupos artísticos nos seus intervalos”, informou a pasta. “Uma das apresentações surpreendeu pela coreografia inapropriada. O MS lamenta pelo episódio isolado, que não reflete a política da secretaria e nem os propósitos do debate sobre a promoção à saúde realizados no encontro, e adotará medidas para que não aconteça novamente.”

Leia também: “O governo da desordem”, artigo publicado na Edição 183 da Revista Oeste





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